PARANÁ — Médico alerta para piora da cólica como sinal de endometriose, na segunda-feira, 5 de outubro de 2026, segundo release da clínica do cirurgião oncológico Tiago Castilho.
Segundo o Ministério da Saúde, cerca de uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva tem endometriose no Brasil, e o tempo médio até o diagnóstico definitivo ainda varia de sete a 10 anos. Aceitar a intensificação da dor como rotina é um dos principais motivos para essa demora.
Ao contrário da cólica comum, a dor da endometriose tende a mudar com o tempo: pode durar todo o período do fluxo, começar antes da menstruação e aparecer durante a relação sexual, ao evacuar, ao urinar ou na ovulação, além de provocar falta ao trabalho e necessidade de medicação injetável em pronto-socorro.
O cirurgião oncológico Tiago Castilho, com mais de 10 anos de atuação em cirurgia ginecológica e de endometriose profunda, destaca que o mapeamento da pelve por ressonância magnética ou ultrassom transvaginal com preparo intestinal permite localizar os focos da doença e planejar a conduta. Em quadros de dor progressiva que não respondem ao tratamento clínico ou que comprometem a qualidade de vida, a cirurgia minimamente invasiva surge como alternativa para remover o tecido doente e restaurar a anatomia.
Tiago Castilho é mestre e doutor na área, CRM-PR 22590, RQE 2911 e RQE 844, e estruturou o Cuidado 360º para acompanhar de forma organizada as pacientes que precisam de cirurgia. A equipe atende pelo telefone (44) 99169-8161.
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